— Então você a quer concluída, mas não por canais oficiais — disse Voy.

— Quero-a feita confidencialmente. Quero uma resposta confidencial.

— Bem, nessas circunstâncias, é muito regular. Não posso concordar.

Harlan franziu as sobrancelhas. — Não mais irregular do que minha omissão quanto a comunicar seu erro ao Conselho Geral. O senhor não fez objeção quanto a isso.

Se vamos ser estritamente regulares em um caso, devemos ser tão estritos e regulares no outro. O senhor me compreende, creio?

A expressão do rosto de Voy era prova positiva disso. Ele ofereceu sua juda. — Posso ver os documentos?

Harlan relaxou um pouco. O principal obstáculo tinha sido vencido. Observou ansiosamente enquanto a cabeça do Sociólogo inclinava-se sobre as folhas que ele havia trazido.

Somente então o Sociólogo falou. — Por Tempo, esta é uma pequena Mudança de Realidade.

Harlan aproveitou a oportunidade e improvisou. — Sim. Pequeníssima, creio. Eis sobre o que é o argumento. Está abaixo de diferença crítica, e selecionei um indivíduo como caso-teste. Naturalmente, seria antidiplomático usar as facilidades de nosso próprio Setor até que eu estivesse certo de estar correta.

Voy não respondeu e Harlan parou. Seria inútil levar as coisas além do ponto de segurança.

Voy levantou-se. — Passarei isso adiante para um de meus Esboçadores de Vida. Nós a conservaremos em segredo. Você entende, no entanto, que isso não é para ser tomado como abertura de um precedente.

— Naturalmente que não.

— E se não se importa, gostaria de ver efetuar-se a Mudança de Realidade. Creio que você nos favorecerá, conduzindo pessoalmente a M.M.N.

Harlan acenou afirmativamente. — Assumirei toda a responsabilidade.



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