— Chamo sua atenção — disse Harlan — particularmente para a questão das características de namoro da sociedade da Realidade atual deste século. Isto é sociologia e, portanto, de sua responsabilidade, creio. Eis por que procurei o senhor quando cheguei, antes de alguém mais.

Voy estava agora carrancudo. Estava polido, mas então com um frio comportamento. — Os observadores designados para nosso Setor — disse ele — são altamente competentes.

Tenho toda a certeza de que aqueles designados a esse projeto forneceram dados corretos. Tem prova em contrário?

— De forma alguma, Sociólogo Voy. Aceito os dados deles. É do desenvolvimento dos dados que duvido. O senhor não tem um complexo-tensor alternado, neste ponto, se os dados de namoro são levados propriamente em consideração?

Voy pareceu admirado, e então uma expressão de alívio passou por ele visivelmente. — Naturalmente, Técnico, naturalmente, mas isso se reduz a uma identidade. Há um ramal de pequenas dimensões sem afluentes em nenhum dos lados. Espero que me desculpe por usar linguagem pitoresca ao invés de expressões matemáticas precisas.

— Aprecio isso — disse Harlan secamente. — Não sou mais Computador do que um Sociólogo.

— Muito bem, então. O complexo-tensor alternado a que se refere, ou a bifurcação da estrada, como poderíamos dizer, é insignificante. Os desvios juntam-se novamente em uma única estrada. Não havia nem mesmo qualquer necessidade de mencioná-lo em nossas recomendações.

— Se o diz, senhor, submetê-lo-ei a melhor julgamento. Contudo, há ainda a questão da M.M.N.

O Sociólogo retraiu-se diante das iniciais, como Harlan sabia que faria. M.M.N.: Mínima Mudança Necessária. Nisto o Técnico era superior. Um Sociólogo podia considerar-se acima de críticas por parte de seres inferiores em qualquer coisa que envolvesse as análises matemáticas das infinitas Realidades possíveis no Tempo, mas em questão de M.M.N. o Técnico era supremo.



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