Seus trabalhos foram complementados depois do aparecimento do microscópio, quando Marcelo Malpighi (1628/1694) observou a passagem das células sanguíneas pelos vasos capilares da superfície do pulmão de uma rã. E foi impossível a todos explicar a natureza da puricação do sangue pelo oxigênio aspirado pelos pulmões, até que o químico francês Antoine Lavoisier (1743/1794) explicasse a natureza da oxidação, entre 1777 e 1785.

Entretanto um progresso muito maior e uma superação de preconceitos fantásticos e insuspeitados ainda terão que ser superados até que possa vir a público e se tornar do conhecimento comum e em forma científica, as singularíssimas situações orgânicas em que a circulação do sangue possa ser estacionada por dias, meses e até séculos a fio, sem que o corpo entre em decomposição. E que esses mesmos corpos possam prescindir da respiração por completo durante esse mesmo período de tempo. Isso não poderá ser feito mais através da dissecação dos cadáveres que só fornecem informação sobre a estrutura dos corpos mas quase que nada de sua função, ou seja, a fisiologia dos processos invisíveis biológicos e psíquicos muito além da anatomia, da química e da microscopia. Esses conhecimentos existem e são desenvolvidos há séculos, permanecendo no entanto em poder secreto de ordens iniciáticas e religiosas que as exploram de formas absolutamente insuspeitadas, enquanto o resto da humanidade padece e continua sem solução até para a simples gripe, bem como do câncer, da leucemia e outras doenças degererativas. Parece ser perfeitamente lógico que até os próprios vampiros só teríam a lucrar num intercâmbio científico comos seres normais. No entanto, mistérios muito mais profundos tornam impossíveis essa possibilidade. Mistérios que datam da criação do ser humano e talvez até da própria vida do Universo. Com vampiros não há diálogo. Apenas a luta de vida ou morte. Que nunca se esqueça disso, pois eles são extremamente ladinos e capazes de qualquer coisa para ludibriarem, vencerem e continuarem vivos.



17 из 92